Quatro dicas simples para adquirir um novo hábito

Tempo de leitura: 5 minutos

Incluir um novo idioma na rotina, começar a praticar exercício físico ou ler um pouco todos os dias. Você com certeza já se perguntou: Como eu incluo uma nova atividade na minha vida?

Às vezes dá aquela sensação de “não adianta, eu não consigo! Um dia eu faço, e no outro já não consigo mais…”

Justamente! O segredo está na constância.

A notícia boa é que a neurociência nos traz alguns insights valiosos para que possamos tirar os nossos planos de melhoria do papel. Aqui estão quatro dicas simples, mas muito importantes:

1) Tenha clareza sobre a sua motivação com relação ao novo hábito.

E crie uma forma de relembrar essa motivação diariamente ou sempre que preciso. Parece clichê, mas funciona e vale a pena: escreva um bilhete para si mesmo sobre o que será diferente quando você conseguir colocar esse hábito na sua vida e como você irá se sentir quando isso acontecer.

Se o novo hábito é entrar em contato todos os dias com um idioma que você está estudando, escreva realmente a situação em que você irá usar esse idioma e como isso será para você. Por exemplo: “quando eu alcançar um nível bom de conversação poderei me candidatar para vagas de emprego que pedem esse idioma, e me sentirei realizado ao fazer uma entrevista e me sair bem”.

Guarde esse bilhete em um lugar estratégico, e sempre que a preguiça de praticar vier, se obrigue a encontrá-lo e leia para si mesmo algumas vezes. A criação da figura mental de se sentir realizado irá ativar o seu sistema de recompensa cerebral, e provavelmente te deixar mais motivado a fazer a tarefa.

2) Ofereça uma recompensa a si mesmo por realizar a atividade.

Como comentado acima, temos um sistema de recompensa cerebral. O nosso cérebro, basicamente, possui algumas estruturas que estão constantemente buscando recompensa (por isso é tão difícil não comer o chocolate quando ele está ali tão pertinho!). A parte legal é que podemos hackear esse sistema a nosso favor. Pense em algo simples, mas que você gosta muito de fazer. Ouvir sua música favorita, por exemplo. Combine consigo mesmo que você só irá ouvir essa música após concluir a tarefa escolhida. Isso irá aos poucos condicionar o seu comportamento para que você queira fazer a atividade para ter a recompensa de ouvir a música.

(Mas não vale burlar, ein? Escolha algo e realmente não se dê esse presente se não completar a tarefa!)

3) Facilite! (o famoso me ajuda a te ajudar)

Parece piada, mas: não dificulte! Deixe tudo o mais fácil possível para a tarefa ser concluída. Se você deseja sair para correr, mas o tênis está guardado lá no fundo da gaveta do armário do sótão, isso sem dúvida será uma barreira para quando o momento da corrida chegar. Deixe o tênis, a roupa, a garrafa d’água, tudo pronto e a postos para você só colocar e sair correndo, sem ter tempo para pensar muito.

4) Conecte o novo hábito com algo já consolidado na sua rotina.

Os hábitos nada mais são que o nosso “piloto automático”. O que isso quer dizer?

Pense no seguinte: Ao acordar, qual é a primeira coisa que você faz?

Agora, reflita: Você escolhe fazer isso? Quando acorda, pensa em tomar um copo d’água ou simplesmente toma?

As atividades que fazemos repetidamente se tornam hábitos, caminhos neurais muito conhecidos e que praticamente “vão sozinhos”. É tipo carrinho de mão descendo a ladeira: ele só desce, ninguém precisa empurrar!

O que eu quero dizer com isso é que com certeza existem diversos hábitos já estabelecidos na sua rotina. Chegar em casa e deixar a chave em cima da mesa, escovar os dentes antes de dormir… E é aí que entra o truque!

Se você estabelecer que o seu novo hábito será logo antes ou logo depois de um hábito já consolidado, é mais provável que ele também entre no automático. Se o seu objetivo for ler algumas páginas de um livro todos os dias e você começar a ler sempre depois de escovar os dentes, na primeira semana terá que forçar a atitude, na segunda semana talvez fique mais fácil, e na terceira semana: PLIM! Logo que você acabar a higiene bucal estará pegando o livro da prateleira automaticamente, pois o seu comportamento ficou condicionado pela ação anterior.

Em resumo, coloque a sua intenção de mudança, se presenteie pelo êxito, transforme o seu ambiente e ajude o seu cérebro a incluir essa atividade na sua rotina! Esses são quatro passos simples, mas muito valiosos na aquisição de um novo hábito.

Caso você tenha interesse em saber mais sobre esse tema, recomendo o livro “O Poder do Hábito” de Charles Duhigg. Ele traz esse tema de forma prática e muito legal!

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